Método acima do modelo
Sem acoplamento a um LLM específico na infraestrutura de produção. Model-agnostic, verificado por máquina.
Forward Deployed AI Engineer
Vinte anos entre a técnica e a estratégia. A IA não me substituiu. Ela amplificou o que eu já era.

Comecei técnico. Virei consultor, depois executivo. Passei quase vinte anos fazendo a mesma coisa sem perceber: traduzir tecnologia em negócio, e negócio em tecnologia.
Construí e escalei áreas de digital analytics, business analytics e engenharia de dados em Bradesco, Webmotors, Whirlpool e DP6. Migrações de plataforma, times montados do zero, cultura de decisão baseada em dados.
Quando a IA chegou de verdade, esperei me sentir ameaçado. Foi o oposto. Não preciso escrever cada linha para construir. Eu construo operando a IA. É menos programar e mais dirigir, como um técnico que nunca toca na bola mas sabe exatamente como o time tem que jogar.
Aquele perfil que parecia disperso, técnico o bastante para entender e estratégico o bastante para decidir, parou de ser dispersão. Não chamo isso de transição de carreira. Chamo de encontro.
Desenho soluções de IA e capacito times a construírem junto. Dois lados que não se separam: arquitetar sistemas para problemas reais de negócio, e levar spec-driven development e harness engineering para os times. O objetivo não é entregar mais rápido. É entregar de forma verificável e repetível por qualquer pessoa do time, não só por quem tem o dom.
Liderei o cluster de Strategy & Intelligence, atendendo um portfólio de grandes contas em financeiro, seguros, e-commerce e mídia. Responsável por delivery, capacidade e P&L. Estruturei o modelo de squads dedicados com leads por conta, e frameworks próprios de capacity planning, alocação e faturamento.
Liderei um time de 13 pessoas na migração completa do Universal Analytics para o GA4, sem perda de continuidade na coleta em web e mobile.
Estruturei e escalei o departamento de Business Analytics. Gerenciei toda a stack Adobe. ROI positivo por dois anos consecutivos, com retorno de 1,4x sobre o investimento na área.
Estruturei a área de Digital Analytics do zero, liderando um time inicial de 14 pessoas e posicionando o time como hub de dados das marcas do grupo.
Criei e liderei a área de MarTech da consultoria. Estruturei e treinei a equipe. Membro do Strike Team, atuando em situações emergenciais e entregas de alta complexidade.
Restrição que importa não vive em arquivo markdown. Vive num gate capaz de reprovar.
Eu não queria afirmar um método que não conseguisse provar. Então extraí todos os prompts que escrevi construindo, e li como evidência em vez de memória. Três frentes: o registro quantitativo, uma entrevista estruturada comigo mesmo, e dois produtos comparados como casos contrastivos. Onde as três batiam, virou conclusão. Onde divergiam, virou pergunta documentada.
A primeira edição afirmava que meus prompts cresciam de tamanho de forma consistente, e eu li aquilo como mudança de comportamento. Não era. Era ruído de instrumentação: texto de skill injetado estava sendo contado como texto escrito por mim. A segunda edição retrata a conclusão. Estudo que não se corrige é marketing.
# Idiomas
Todo conteúdo deve existir em português e inglês.A regra existe. Escrita, versionada, revisada. E nada verifica se ela é cumprida.
$ node scripts/check-translations.mjs Translation gate: FAILED missing content/labs/gate/pt.mdx 1 of 2 expected files are missing. exit 1
A mesma regra, como checagem. Falta uma tradução, o build para. Nada chega em produção.
Presença não é conformidade. A diferença entre as duas colunas é o trabalho inteiro.
Sem acoplamento a um LLM específico na infraestrutura de produção. Model-agnostic, verificado por máquina.
Quem constrói não valida o próprio output. Separação estrutural, não política.
Restrição inegociável sai da camada de prosa e vira enforcement: hooks, gates, CI.
Fechar o que está aberto antes de abrir o que é novo.
Volume de commits não diz nada sobre método. Cadência diz. Estes números vêm do único repositório público que mantenho, e qualquer pessoa consegue conferir.
Uma release a cada 1,4 commit. Acabativa sobre iniciativa, medida em vez de afirmada.
Quebre a regra e veja o gate barrar. Um gate não está ativo até você tê-lo visto falhar de propósito.
Este site roda o próprio gate. Página sem tradução quebra o build em vez de cair em fallback silencioso.